"End Times" é uma série de fotografias com crianças da fotógrafa Jill Greenberg e foi objeto de muita polêmica em 2006. O trabalho apresenta retratos hiper realistas de crianças com rostos contorcidos por várias angústias emocionais. As peças tinham o intuito de refletir frustração tanto com a administração Bush como do fundamentalismo cristão nos Estados Unidos.
O método para fazer as crianças chorarem, segundo a artista, foi o famoso "tirar doce da boca de crianças" e nenhuma delas foi machucada. Logo eram consoladas pelas suas mães. Muitos alegaram que a conduta era antiética e provocou várias queixas à galeria de arte.
De qualquer forma é um trabalho lindo e instigante. Ela cumpriu seu objetivo! Que acham?
É só chamar o presidente da Resource Furniture, empresa italiana especializada em móveis para economia de espaço, que ele resolve. Veja toda a gama de móveis criativos da empresa, um show de funcionalidade.
Campanha baseada num conceito teológico profundo. Muito legal!
Bronze em Cannes 2010. Agência: Lew'Lara\TBWA Direção de Criação: Jaques Lewkowicz, André Laurentino, Luciano Lincoln e Manir Fadel Criação: Luciano Lincoln e Manir Fadel Artebuyer: Giuliano Springhetti Produção Gráfica: Marcos Pedra Fotografia: Image Bank Atendimento: Fernanda Tedde e Francisco Coutinho Aprovação: Ana Maria Ostrower
Este comercial ilustra bem o que a TV tem feito com as crianças... Antes eram os peões e bolinhas de gude, depois os bonecos sofisticados que falavam e anadavam sozinhos... hoje, só precisamos de uma TV para entreter as crianças. Vejam também o documentário "Criança, a alma do negócio".
Direção de Criação: Hernán La Greca Criação: Daniel Xavier e Eduardo Bragança Produtora: Vetor Zero/Animatório Diretor: Animatório Animação: Alexandre Martins Diretor de Fotografia: Will Etchebehere Som: Soap Box Studios (Atlanta - EUA) Aprovação: Hernán La Greca
Agência: Publicis Conseil :: França Direção de Criação: Véronique Sels, Olivier Altmann Direção de Arte: Yves-eric Deboey Direção de Arte Assistente : Jean Weessa Redação: Mathieu Degryse Foto: Cedric Delsaux
Este vídeo apresenta a ganhadora do programa "Ukraine’s Got Talent", Kseniya Simonova, de 24 anos, desenhando em uma mesa de areia iluminada, imagens de como as pessoas foram afetadas pela invasão alemã durante a Segunda Guerra Mundial. Seu talento, é fascinante, e sensibilizou pessoas do auditorio . Ela ganhou o primeiro prêmio de £ 75.000,00.
1. Cena de um casal sentado, segurando suas mãos, em um banco sob um céu estrelado.
2. Os aviões de guerra, desfazem a felicidade
3. Um rosto de mulher chora, mas volta a sorrir quando chega uma crianca
4. A guerra retorna, e a artista joga areia formando o caos, de onde o rosto de uma jovem aparece.
5. Ela rapidamente se transforma em uma velha viúva, com o rosto enrugado e triste 6.essa imagem se transforma no monumento ao Soldado Desconhecido na Ucrânia.
7. Esta cena externa fica emoldurada por uma janela
8. Na cena final, uma mãe e uma criança aparecem do lado de dentro, com um homem parado do lado de fora da casa, pressionando sua mão sobre o vidro, dando adeus.
A Grande Guerra Patriótica, como é chamada na Ucrânia, resultou na morte de 11 milhões de mortos .
O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996. A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão. O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe. Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson. Filmado em África, Amazónia, Croácia e New York.
Este final de semana passado tivemos a maior parada gay do mundo acontecendo na Av. Paulista em São Paulo. Mais de 3 milhões de pessoas. Aqui no Brasil o casamento gay ainda não é permitido, mas em estados onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido, artistas como Mike Leavitt já criam enfeites para o bolo.
Como a Igreja está respondendo a isso aqui em terras tupiniquins?Como o design pode ajudar a igreja a se posicionar com relação a isso?Como podemos nos manter firmes nas nossas crenças, tantos a de amor e tolerância, quanto a de reordenação de uma criação caída?
"Todos os anos milhões de animais marinhos são mortos pelo seu lixo."
Campanha da Surfrider Foundation pedindo adesão numa petição de combate. Agência: Y&R :: Paris :: França Direção de Criação: Les Six Direção de Arte: Gregory Jeanjacquot Redação: Nicolas Gerard Ilustrador: John-Paul Thurlow
Jacek Utko é um extraordinário designer de jornais polonês, cujos redesenhos para periódicos da Europa Oriental não só ganham prêmios, mas também aumentam a circulação em até 100%. O bom design pode salvar os jornais? Talvez possa.
Acho que o design pode salvar não somente os jornais como também a maioria das igrejas brasileiras. Podemos fazer um paralelo direto entre a história dos jornais e a história da igreja. Tenho a impressão que no momento em que as igrejas começarem a acreditar nos designers, a visão de uma instituição tosca, amadora e para um público que não pensa, se transformará em uma visão de uma instituição séria, profissional e que valoriza os seu membros. Não me surpreenderia se, assim como no caso dos jornais, a igreja começasse a aumentar sua visibilidade, membresia, e relevância a medida que levasse a sério e com ousadia a maneira como se apresenta para o mundo.
Necessário é igualarmos nossos conceitos de louvor e adoração. Não é um estilo de música, mas um estilo de vida. Assim sendo, é possível cantar uma música "evangélica" e não estar louvando por que sua vida não adora. Também é possível cantar uma música "secular" e estar louvando pois sua vida adora a Deus. Para adorar não é preciso dizer frases diretas de louvor a Deus como "te adoramos" ou "seja engrandecido". Se assim fosse, como poderíamos glorificá-lo "comendo e bebendo" como diz em 1Co.10.31? Como pode um músico viver em adoração se ele precisa tocar em bares, pubs etc? O que ele faz não pode ser adoração? O que quero dizer em primeiro lugar é que essa discussão não está no contexto do que é ou que não é louvor. O que faz uma música sagrada ou profana é o seu uso. O ministério de louvor não se restringem aos afinados nem aos músicos.
Acho que a discussão está na filosofia da igreja e na estratégia de alcance de seu público alvo (os não frequentadores de igrejas). Não diria nem que é uma forma de evangelizar, pois quem faz isso é o evangelho dito clara e explicitamente, mas diria que é uma forma de ganhar o direito de ser ouvido, de se identificar, de se fazer "igual". Acho que se uma pessoa chega cansada e procurando algo diferente e encontra, além desse algo diferente, um grupo que se identifica com ela, que fala a partir da realidade que ela vive, será mais fácil a aceitação do evangelho explicito depois. Como já dito, as músicas "seculares" no culto tem uma função ilustrativa, como um vídeo de uma propaganda, filme, poema, citações de pessoas "de lá" etc.
Agora, uma ressalva: seja o que for, acredito que tem que ser uma posição unanime da liderança e de todo o grupo de música. Primeiro por ser um assunto polêmico e que precisaria que todos tivessem um mesmo discurso diante da comunidade que, com certeza, questionará. Segundo que é, no minimo desagradável (pra não dizer errado) para um membro do grupo fazer aquilo que não tem convicção. É melhor que não se faça (por esse motivo). Enquanto não houver unanimidade, não se deve incluir essas músicas no culto. Aqui sim, cabe o versículo de 1Co.13.8: "E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.". "Escândalo" não é chocar as pessoas (se fosse assim Cristo teria pecado muitas vezes), mas é fazer as pessoas pecarem (fazer aquilo que tem dúvida se é certo ou errado, ou certeza de que é errado).
"Dismayland" do artista Jeff Gillette, é uma justaposição de mundos completamente opostos da arte: favelas e Disney. Misturando Minnie, Margarida, ou os ratos em Cinderela com elementos de artistas como Takashi Murakami e Roy Lichtenstein, todos num mundo entre favelas e pós-apocalipse.